quarta-feira, 16 de junho de 2021

Antiga estação ferroviária da cidade de Mata, RS.
Minha cidade natal.
Meu filho Eliandro em uma das fotos.











 

Antigo trenzinho de ferro fabricado nos Estados Unidos.











 

Antigo carro motor que circulou pelas estradas de ferro
dos Estados Unidos. Foto de um antigo cartão postal.


 

 

Lanternas de ferrovia. Na primeira foto, a esquerda lanterna de navio
e outra de ferrovia, da nossa coleção. Na segunda foto diversas
lanternas do museu ferroviário de São Leopoldo, RS.







 


Locomotiva das primeiras a circular na primeira estrada de ferro
do Rio Grande do Sul. A estrada ligava Porto Alegre a São Leopoldo
e foi inaugurada em 1874.


 Bigorna feita de um pedaço de trilho, em antiga oficina da VFRGS

domingo, 30 de maio de 2021

 


Revolução Farroupilha

 

Relato de Felicíssimo de Azevedo (1823-1905) documenta início da Revolução Farroupilha em Porto Alegre.  O documento original está guardado no Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul.

Transcrição literal do documento:

“Começou a revolução na noite de 19 de setembro de 1835.

Havião boatos desde muitos dias espalhados de que se preparava um movimento para destituir o Presidente Braga.

Foi encarregado, pelo presidente, o Major Visconde de Camamú de vigiar os subúrbios da Capital. Para esse fim dispunha ella de um Esquadrão de Cavalaria da Guarda Nacional, composto em grande parte de empregados públicos e alguns homens do comércio. Havia também um Batalhão de Infantaria da mesma Guarda, comandado pelo Tenente-coronel Silvano José Monteiro de Araújo e Paula, com o qual não se podia contar por ser este em sua totalidade, aderente ao partido da revolução.

Como de costume, sahio o Visconde de Camamú com o seu esquadrão a percorrer os arrabaldes.

Erão  11 horas da noite de 19 de setembro, quando transpondo a Ponte d’Azenha esbarrou-se com a força de Onofre, em número de 60 homens que ali aguardava. Ao grito de “carga” o esquadrão de Camamú disparou com seu comandante à frente; perseguidos até a cidade forão  três ou quatro feridos sendo um delles o comandante Camamú, morrendo uma guarda cujo nome não recordo; reconhecido pela alcunha de Prosódio, o qual foi imediatamente enterrado no entro da Várzea.”