sexta-feira, 16 de agosto de 2013


DECINHO E ELAINE

Texto e fotos de Dari Simi
darisimi@gmail.com



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Dupla nativista gaúcha. Decinho  (João Décio Fergutz) nasceu em Venâncio Aires em 19 de fevereiro de 1938 e faleceu em Porto Alegre a 6 de outubro de 2014. Casado com Elaine (Elani Machry) nascida em Venâncio Aires a 26 de novembro de 1940.
Decinho fez dupla  com o gaiteiro Lorico (Lorico e Decinho), Decinho tocava violão. Quando a dupla se desfez, decinho seguiu a carreira solo tocando violão e apresentando-se em diversas localidades e emissoras de rádio. Mais  tarde formou  dupla com sua esposa, surgindo aí Decinho e Elaine.




Lorico e Decinho na Rádio Venâncio Aires ZYU 90


Vilmar Borges Quevedo apresenta Decinho na Rádio Alto Taquari

Decinho foi o primeiro apresentador de programa de auditório de música gaúcha – Bom Dia Rio Grande – da emissora Rádio Venâncio Aires  ZYU 90,  fundada em 1963.



Decinho e sua equipe do programa Bom Dia Rio Grande

O programa ia ao ar todos os domingos pela manhã e tinha grande audiência na região. Decinho trazia para seu programa artistas  locais e outros artistas conhecidos em todo o Estado do  Rio Grande do Sul, como: Teixeirinha, José Mendes, o trovador Luiz Müller, de Canoas,  com quem Decinho trovou muitas vezes.


Luiz Müller, trovador repentista, morou em Canoas, grande amigo de Decinho

Loiva, Anelize e Denize, filhas de Decinho, e o trovador Luiz Müller

Decinho, esposa e filha, com o trovador Luiz Müller

Luiz Müller (2º da direita) com Decinho e familiares

Decinho e Elaine no CCT Rancho Crioulo de Canoas

Os Tahãs (Alcir Claic, Vilmar Rodrigues, Sérgio Foscarini, José  Augusto A. Santos, Rosinei Silva da Costa e Rodrigo Claic),  conjunto nativista de Canoas, apresentava-se com freqüência no programa Bom Dia Rio Grande, da Rádio Venâncio Aires, convidados especiais de Decinho.


Da esquerda - 2ª fila, Rodrigo Claic, Sérgio Foscarini e Alcir Claic.
1ª fila, José Augusto A. Santos, Rosinei Silva da Costa e Vilmar Rodrigues.
LP gravado em 1992




Decinho e Elaine, foto da capa do LP gravado pela dupla


No ano de 1977, Decinho e Elaine resolvem gravar um disco. Pois já eram bastante conhecidos do público amante da música gaúcha. Juntamente com o gaiteiro Adão Ramos, natural de Soledade,  rumaram para Montevideo, onde os custos de uma gravação era menor.  O resultado foi a gravação de um LP que leva o nome da dupla – Decinho e Elaine.
Anos mais tarde Decinho e Elaine mudaram-se para a cidade de Canoas, onde Decinho iniciou a profissão de corretor de imóveis. A música aos poucos foi ficando em segundo plano.  Ainda apresentaram-se em emissoras da capital.
Membro do CCT Rancho Crioulo de Canoas, Decinho chegou a ser patrão interino, em 1990, da entidade, sucedendo o patrão Olavo Nunes, que na ocasião candidatara-se para uma vaga de vereador à Câmara de Vereadores de Canoas.
Com o falecimento de uma filha do casal, a dupla encerrou definitivamente a música.


CD, cópia do LP gravado pela dupla

João Décio Fergutz - 1938-2014,
faleceu aos 76 anos de idade





quarta-feira, 14 de agosto de 2013

JOÃO DE OLIVEIRA


Pesquisa: Dari José Simi



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Músico nativista gaúcho, natural de Canoas, onde nasceu a 12 de agosto de 1948 e onde  mora. Filho de Francisco Gonçalves de Oliveira e de Jovelina da Silva de Oliveira. João é o 2º  de uma família de 4 filhos (Terezinha, João, Pedro e Jorge). Seu pai também era músico, tocador de banjo e cavaquinho. Estabeleceu-se no bairro Mathias Velho, na década de 1950, com um bar e armazem.
João desde pequeno demonstrava vocação para a música e aprendera tudo com seu pai. Fez parte de diversos conjuntos musicais onde tocou cavaquinho, violão e guitarra elétrica. O conjunto que mais tempo permaneceu foi o “Noli e Seus Lunares” (Noli, Zenor, Joãozinho e João de Oliveira). Foram 8 anos tocando todo tipo de música, animando bailes de Canoas e municípios da Grande Porto Alegre.  Eventualmente conseguiam contrato para tocar em clubes do interior do Estado do Rio Grande do Sul. O conjunto gravou um único LP – “Noli Farias, águas passadas”.



 
João de Oliveira, o cavaquinho e seu primeiro conjunto



João de Oliveira e Gildo de Freitas

João de Oliveira orgulha-se de ter acompanhado diversos artistas famosos que passaram por Canoas, nos anos 60/70/80.  Tocou com Gildo de Freitas, Valdik Soriano, Vanderlei Cardoso, Agnaldo Rayol, Adair José, Prateado e Belinho, entre outros.





   João de Oliveira e Valdik Soriano




João de Oliveira e Vanderlei Cardoso



Adair José e João de OLiveira



João de Oliveira cantor e guitarrista



João de Oliveira cantor e guitarrista





João de Oliveira com Agnaldo Rayol e companheiros

sábado, 29 de junho de 2013



IRENO MACHADO (1930-1972)

Pesquisa: Dari José Simi  


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Músico, acordeonista e cantor, natural da localidade de Rincão dos Alves, 4º distrito de Jaguari, RS, onde nasceu a 17 de dezembro de 1930 e faleceu no Rio de Janeiro em 22 fevereiro  de 1972. Filho de Marcírio Alves Machado de Oliveira (1881-1964) e de Virginia Tanchella Simi (1885-1939). Era o filho mais novo de uma família de 10 irmãos. Não era o único músico da família, porém, o que foi mais longe.  Seus irmãos  João Simi de Oliveira (o Joanete – 1911-2003);  Antonio Machado de Oliveira (1918-1985) e Zeferino Machado (o Neno -1922), também foram gaiteiros dos bons e abrilhantavam  os bailes da região com suas gaitas de botão.
“O surgimento de talentos em artes, móveis, construção de artefatos deu destaque à localidade. Os músicos, os grupos de danças gauchescas, os trovadores, declamadores, os instrumentistas de gaita (ponto e piano), violão, bandonion projetou Rincão dos Alves no cenário regional. A arte musical iniciava com o aprendizado do manejo da gaita ponto, seguida da pianada (teclado) das marcas Somenzi, Todeschini, etc.  Na cidade havia uma família Machado, sem qualquer parentesco com os Machado de Rincão dos Alves, cuja arte ia sendo passada  de pai para filho. O velho Machado (avô paterno de Ireno, João Alves Machado, 1859-1944) tinha os filhos Quim, Jurandir, José e outros que, já desde meninos saíam  dedilhando os botões ou o teclado da chorono. A arte vinha de berço – já nasciam tocando.  De certa forma estes músicos, mais outros de expressão nacional como Mario Zan, (exímio acordeonista), depois os Irmãos Bertussi, inspiraram pessoas do Rincão dos Alves a seguirem a arte musical. Para alguns, esta arte não só era diversão como também fonte de renda da família pois executavam suas músicas em bailes e festas de  casamento, aniversário e outros eventos festivos.
Os filhos de Marcírio Machado e Virgínia Simi, entre eles Antonio, Zeferino João (Joanete) e Ireno se tornaram gaiteiros, Antonio, Zeferino e Joanete tocavam em bailes da redondeza. Já  Ireno seguiu profissionalmente a carreira de artista, dominando o acordeom e se apresentando em rádios e em shows no interior do Rio Grande e fora dele.” (Hermes Bressan)

Ireno tornou-se conhecido  do público gaúcho graças ao seu variado repertório, que falava das coisas dos pagos riograndense. Iniciou sua carreira artística em 1955 na Rádio Imembuí de Santa Maria. Devido ao sucesso alcançado logo transferiu-se para as rádios Farroupilha e Gaúcha, em Porto Alegre.  Daí para as emissoras Belgrano (Buenos Aires) e Nacional (Montevideo). Depois de muitas andanças pelo Uruguai, Argentina, Rio Grande do Sul e São Paulo com grande sucesso, não foi difícil cativar a simpatia do povo carioca. No Rio de Janeiro viveu seus últimos dias, quando um derrame cerebral (AVC) calou sua maravilhosa voz para sempre.


Neno (Zeferino Machado) - gaiteiro, irmão de Ireno


Fotos do livro "Rincão dos Alves, raízes e história", 
de Hermes Bressan



IRENO MACHADO E SUA TRAJETÓRIA
“Já desde menino mostrava-se talentoso no manuseio de instrumentos musicais como gaita ponto, violão e pandeiro. Nos bailes, animados por seu irmão Antonio Machado de Oliveira, era o pandeirista.
Mais tarde aprendeu a tocar violão, por conta própria, sem qualquer instrução de terceiros,  porém, depois de aprender melhor recebeu aulas de outros mais experientes.  Não demorou em aprender acordeom, do tipo 8 baixos e pianada – teclado.  Gaita ponto não lhe agradava muito, por isso não se interessou em usá-la.  Deixou para seu irmão João (Joanete).
Tentou formar parceria ou dupla com outros colegas músicos, mas não prosperou. Seguiu sua carreira solo.
Casou muito jovem com Oracy Feliciani, professora municipal, com quem teve dois filhos: Vladimir e Edemir.  Vladimir, aos 5 anos de idade, com a separação de seus pais, foi morar com sua tia Idalina Simi de Oliveira, na cidade de Jaguari, onde ficou até os 16/17 anos, quando saiu para morar com seu pai no Rio de Janeiro.
Já vivendo da profissão de músico, Ireno fazia apresentações ao vivo, vocal e instrumento,  em rádios de Santa Maria, Jaguari, Uruguaiana,  São Francisco de Assis, Livramento, Porto Alegre, etc. Tornou-se um exímio acordeonista que, aliado ao seu vestir elegante e charmoso, encantava as mulheres de todas as idades. Muitas delas, mesmo vivendo em famílias de postura exemplar na sociedade, não conseguiam resistir ao charme e encanto do artista da gaita, deixando-se levar pelo impulso de uma aventura imprevisível.
Para livrar-se do assédio local, foi morar em Porto Alegre, onde, após 2 anos de apresentações, conseguiu gravar um compacto de 8 músicas, todas de sua autoria – voz e instrumental próprio.
Aos 40 anos, passou a morar no Rio de Janeiro, onde conheceu Luzia com quem se casou oficialmente, porém o convívio não foi muito longe, não só devido ao seu envolvimento com o mundo artístico, o que despertava ciúme em sua mulher, mas a presença dos novos integrantes da família (os filhos do Ireno).  Nessa época , seus dois filhos Vladimir e Edemir já moravam no Rio, com alternância no mesmo teto. Passou então a conviver com outra companheira, porém em tetos separados, constituindo-se num relacionamento não muito amistoso, obrigando-o a se envolver em discussões possessivas. Disto resultou na elevação da sua pressão arterial, culminando com um AVC fulminante, tirando-lhe a vida aos 42 anos de idade em fevereiro de 1972.” (texto extraído do livro de Hermes Bressan – Rincão dos Alves: raízes e história: Jaguari – 4º Distrito: resgate da memória dos rinconenses, 1909-2011.)




Disco do acervo de Dari José Simi

LP Gravadora Fontana FTLP 69.027 com as seguintes músicas:
Deixa Disso (Ireno Machado/Wilson Getúlio); Não Chora (Ireno Machado/Dimas Costa);  O Rei e Eu (Ireno Machado);  Moreninha Bem-Querer (Rubens Santos); Triste Despedida (Ireno Machado/Franco Ferreira); Vou Deixar Minha Fronteira (Ireno Machado/Wilson Getúlio); Reconciliação (Ireno Machado); Me Dá Tua Mão (Ireno Machado/Hiran Aquino); Rincão Distante (Tito Neto/Vladimir Machado); Dono da Esperança (Ireno Machado/Hiran Aquino); Faça-me Andorinha (J.B. Gonçalves/Luzia Cezaroni);  Você Chorando (Tito Neto/José Vale).

Foto da capa do compacto duplo do acervo de Dari Simi
Compacto com as seguintes músicas:  Regresso aos Pagos (valsa, na voz de Ireno);  Que Será da Minha Vida (bolero, na voz de Oneri de Oliveira);  Preciso Me Casar (toada campeira, na voz de Ireno); Cavalinho Branco (Fox, na voz de Oneri de Oliveira). Todas as letras e músicas são de autoria de Ireno Machado.




Capa do compacto duplo lançado em 1970 pela CBS
com as seguintes músicas:Última Lembrança (Luiz Menezes);
Abre a porteira Rio Grande (Ireno Machado); Para o amor não há fronteira (Paulinho Pires);
Velha gaita companheira (Paulinho Pires. 


Foto do acervo de Dari Simi
darisimi@gmail.com





Foto encontrada na Internet
















quarta-feira, 26 de junho de 2013

HISTÓRIA DA DUPLA SERTANEJA

PRATEADO E BELINHO

Texto e fotos de Dari José Simi


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Dupla de música sertaneja criada na década de 60 em Canoas, RS. Os irmãos Prateado e Belinho foram os maiores representantes da música caipira de raiz do Rio Grande do Sul.  Gravaram dois LPs, que logo nos primeiros meses venderam mais de 150 mil cópias: Sobe e Desce, em 1970 e Casinha Branca, em 1972, com os quais fizeram grande sucesso nas emissoras de rádio do Rio Grande do Sul e fora do Estado.
Prateado (Antonio Abel) nasceu em 22 de janeiro de 1939 e faleceu em 2017 e Belinho (Arlindo Abel) nasceu em 1945 e faleceu em 5 de abril de 2018.  Os irmãos Prateado e Belinho são naturais da localidade  de Tenente, município de Praia Grande, Santa Catarina.  Filhos de Eleodoro José Abel  e Donária  da Rosa. A família mudou-se para Canoas em 1956. O gosto pela música sertaneja surgiu ainda quando trabalhavam na roça em Santa Catarina. Escutavam e cantavam as músicas sertanejas  das duplas da época, principalmente Tonico e Tinoco, e que  mais tarde vieram a tocar  em suas apresentações artísticas.
A fase profissional de cantores sertanejos começou com outros cantores.  Prateado formou a dupla Paulinho (Prateado) e Mineirinho . Belinho formou a dupla Torrão  e Terrinha (Belinho).  A dupla Prateado e Belinho só veio a formar-se no ano de 1963, no Bairro Mathias Velho em Canoas, onde moravam.  As primeiras apresentações artísticas da dupla foi no programa Rodeio Coringa da Rádio Farroupilha de Porto Alegre. Depois participaram de concursos na rádio São Leopoldo, conquistando o 1º lugar, e na Rádio Itaí de Porto Alegre, onde obtiveram também o 1º lugar. A dupla era afinadíssima. Cantaram com Tonico e Tinoco em uma de suas apresentações, na década de 70, na cidade de Cachoeirinha. Tocaram e cantaram  na rádio Metrópole de Porto Alegre, convidados  por  Jota Menezes (João Menezes),   apresentador de programas de grande sucesso nas décadas de 1960 e  1970 e por onde passaram artistas como Gildo de Freitas, José Mendes, Xará e Timbauva, entre outros.  
Foram inúmeras as emissoras de rádio onde a dupla cantava seu repertório em programas de auditório, tão comuns na época: Rádio Real e Rádio Clube, ambas de Canoas; Rádio União de Esteio; Rádios Metrópole, Itaí, Continental, Farroupilha e Difusora, todas da capital gaúcha.  Na Rádio Itaí  tinham um contrato com   Darci Reis Nunes (falecido em 1973) e tocaram por alguns anos em seu programa Tudo é Brasil. Convidados por Teixeirinha, participavam do seu  programa da TV Piratini.
Nos últimos anos de carreira da dupla sertaneja, extinta em 1998 devido a problemas de voz  do Prateado, ainda animavam os bailes do Clube Colasiol de Canoas, existente até hoje,  e também da  emissora de rádio da mesma entidade.
Anos mais tarde Prateado chegou a gravar um CD de 14 músicas, com sua segunda esposa, Lena. Cantou e gravou um CD com a dupla Torrão e Prateado.
Seu irmão, o Belinho, gravou um CD, “Resgatando Sucessos”, com o amigo Evaldo Araujo. 


CD - Prateado e Lena (2ª esposa) apresentam seus amigos




CD – Evaldo Araujo e Belinho – Resgatando sucessos  














SOBE E DESCE – LP gravado em 1970 pela CBS contem os seguintes sucessos:
1 – Sobe e Desce (Zé Canhoto)
2 – Último Natal (Santolin)
3 – Por não estar fazendo nada (Santolin e Prateado)
4 – Amor de longe (Santolin e Prateado)
5 – Voando sempre (Darci Bento)
6 – O milagre e a enchente ( Santilino Silva e Prateado)
7 – Não é moleza ( Santolin e Belinho)
8 – Pagode dos reis (Santolin)
9 – Bodas de prata (Zé Canhoto e Darci Reis Nunes)
10 – Tudo cai (Zé Canhoto e Darci Reis Nunes)
11 – Regresso de gaúcho ( Santolin)
12 – Disciplina



CASINHA BRANCA – LP gravado em 1972
A foto da capa foi feita na Praça Santos Dumont, mais conhecida por Praça do Avião, em Canoas.
1 – Casinha Branca – cateretê (Catireiros do Sul)
2 – Obrigado, igualmente – pagode (Santolin e Fernando F. Lourenço)
3 – Conquistador – moda de viola (Rancheirinho e Prateado)
4 – Tarde ingrata – valsa (Adão de Souza e Belinho)
5 – Lua de mel – samba (Santolin e Prateado)
6 – Até o luar – toada (Santolin e Prateado)
7 – Vai e vem – pagode (Darci Bento e Zé Canhoto)
8 – Sinfonia do arraial – toada (Lair Heich e Belinho)
9 – Saudade – valsa (Dilton Godinho e Prateado)
10 – História do motorista – rasqueado ( Tabajara e Tangará)
11 – Homenagem às mães – valsa (Santolin e Prateado)
12 – Encontro na praia – valsa ( Santolin e Prateado)


Foto do início da carreira da dupla Prateado e Belinho



Foto de Prateado em 08.06.2013



Prateado em 08.06.2013


Todas as fotos fazem parte do acervo particular de Dari José Simi
darisimi@gmail.com


Darcy Reis Nunes, contratou a dupla Prateado e Belinho
 para seu programa Tudo é Brasil, da Rádio Itai de Porto Alegre.
Foto do blog Vem Pra Cá, de Paulo Fachel

sábado, 13 de abril de 2013